sábado, 19 de novembro de 2011

LIVROS



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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

BIBLIOTECA ESCOLAR


Outubro é o mês internacional da biblioteca escolar
Considerada um dos indicadores mais importantes na definição da qualidade de uma escola, a biblioteca é imprescindível para a aprendizagem dos alunos. É na biblioteca escolar que se aprende a lidar com a informação, matéria-prima para a geração de novos conhecimentos.
No Brasil, a maioria das escolas não tem biblioteca, mas esse atraso começa a ser enfrentado. Em abril do ano passado foi promulgada uma lei (12.244/2010) determinando que todo sistema de ensino brasileiro deve dispor de biblioteca e de bibliotecário - num prazo máximo de dez anos.
Segundo o Censo Escolar 2010 (Ministério da Educação), apenas 30,4% das escolas nos primeiros anos do ensino fundamental têm biblioteca. Não é à toa que metade dos alunos do terceiro ano da escola fundamental pública e privada não aprendeu os conteúdos esperados; 44% não têm conhecimentos necessários para a leitura; 46%, para a escrita; e 57%, para Matemática.
Os estudantes precisam adquirir competências para acessar os suportes de informação disponíveis hoje, selecionar fontes confiáveis, avaliar a qualidade da informação, realizando uma boa pesquisa e produzindo novos conteúdos, de maneira criativa e ética. Além dos alunos, a biblioteca escolar também presta serviços a toda comunidade incluindo diretores, professores, educadores, pais, familiares e trabalhadores da região, ajudando a formar leitores e a diminuir o número de analfabetos funcionais.
Essas e outras questões serão debatidas durante o II Fórum Internacional de Biblioteconomia Escolar e V Seminário Biblioteca Escolar, FIBE, que acontecerá entre os dias 18 e 21 de outubro no Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam), na cidade universitária em São Paulo, onde se reunirão especialistas nacionais e internacionais (Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Peru e Portugal, entre outros).
Serviço - FIBE - II Fórum Internacional da Biblioteconomia Escolar e V Seminário Biblioteca EscolarDe 18 a 21 de outubroCentro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam)Organização: Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo (CRB-8) e Associação Internacional de Biblioteconomia Escolar (IASL).


Mais informações em www.fibe2011.com.br  
Assessoria de Imprensa
Cristina Thimm Mirara (Mtb. 18.176)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

40 ANOS DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE SÃO CARLOS

Nos próximos dias 22 de novembro e 6 de dezembro estaremos comemorando aniversário da 40 anos da FESC - Biblioteconomia e Educação Física.


Programação


22 de novembro

  • manhã - comemoração do aniversário no recinto da FESC no Campo Rui Barbosa 
  • noite   -  baile no Ítalo Brasileiro (ICIB)

06 de dezembro

  • noite - 19 horas / Local Ítalo Brasileiro (ICIB)
  • na programação haverá apresentação dos grupos artísticos da Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI/FESC), assim como um vídeo sobre a história da FESC, o qual fora elaborado pela TV Educativa de São Carlos.


Contamos com a participação de todos os ex-alunos das duas escolas - BIBLIOTECONOMIA E EDUCAÇÃO FÍSICA.
  
(informações fornecidas por Sonia Trombelli, através de e-mail)

terça-feira, 14 de junho de 2011

MATERIAL DIDÁTICO PELA INTERNET

Posted: 13 Jun 2011 10:35 AM PDT

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo colocou todo o material didático produzido pela pasta na internet, com a licença Creative Commons.
Isso significa que redes de ensino de outros Estados e municípios poderão utilizar o conteúdo desenvolvido pela secretaria, desde que para fins não comerciais.
O conteúdo pode ser usado inclusive para a produção de novo material, que deverá ser licenciado e disponibilizado da mesma forma.
De acordo com a secretaria, atualmente o material desenvolvido em São Paulo muitas vezes é solicitado por outros municípios para fins didáticos.
Entre os materiais disponíveis na internet estão orientações curriculares para educação infantil e ensino fundamental, orientações didáticas para a educação de jovens e adultos, o Programa Ler e Escrever e os manuais produzidos pelo departamento de Merenda Escolar.


sexta-feira, 10 de junho de 2011

BIBLIOTECA YOU TUBE

Posted: 09 Jun 2011 12:23 AM PDT

Conteúdo poderá ser compartilhado e modificado pelos usuários, desde que o crédito seja dado ao autor; empresas de mídia vão colaborar.

Conforme anunciou na última quinta-feira (2/6), o YouTube criou uma biblioteca de vídeos que contam com a licença Creative Commons, ou seja, podem ser incorporados, distribuídos e editados pelos usuários – desde que não sejam usados com fins comerciais.
Como parte do lançamento, os internautas poderão marcar seus vídeos com a licença CC-BY, “que permite que outras pessoas os compartilhem e os modifiquem, sendo obrigadas, porém, a dar o devido crédito ao autor”, afirmou Stace Peterson, engenheira de software do portal, via blog oficial.
Segundo ela, o YouTube - em parceria com organizações de mídia, tais quais a C-SPAN, a Public.Resorces.org, a Voice of America e a Al Jazeera, dentre outras – planeja oferecer mais de 10 mil vídeos que atendem aos princípios da Creative Commons.
Para encontrar esse material, os usuários deverão entra no editor do YouTube e selecionar a aba “CC”. Mais informações sobre as licenças Creative Commons podem ser encontradas na página de ajuda do site.
(John Ribeiro)
Fonte: http://idgnow.uol.com.br

domingo, 5 de junho de 2011

CONEXÃO PELOS LIVROS

Em dois anos, a paulista Duda Porto de Souza reuniu uma biblioteca infantil com mais de 20 000 obras
 “Alguém tem um livro aí?” Com esse pedido, Duda Porto de Souza, de 26 anos, enviou um e-mail, em novembro de 2009, para 18 amigos. Sua intenção: montar uma biblioteca infantil com títulos de todo o mundo. Um ano e meio depois, ela já reuniu 20 000 exemplares em 20 línguas diferentes. Também conseguiu uma biblioteca para abrigá-los, dentro do Centro Universitário Belas Artes, em São Paulo. continue lendo

sábado, 4 de junho de 2011

INTERNET

CONCENTRAÇÃO E DISTRAÇÃO


Quando o escritor norte-americano Nicholas Carr começou a pesquisar se a internet estava arruinando nossas mentes, assunto de seu novo livro, ele restringiu seu acesso à internet, deu um tempo no e-mail e desligou suas contas no Twitter e no Facebook.
Em seu novo livro The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains, ele diz que a rede está nos privando da capacidade aprofundada de raciocínio. 


“Minha falta de habilidade em me concentrar era uma grande falha. Por isso deixei o Twitter e o Facebook e voltei a checar e-mail apenas algumas vezes por dia, em vez de a cada 45 segundos”.
Apesar de inicialmente se sentir “perplexo” com sua repentina ausência de conexão, Carr disse que em algumas semanas ele já estava apto a manter o foco em uma única atividade por um longo período de tempo e, felizmente, pronto para seu trabalho.
Carr escreveu a reportagem de capa de uma edição de 2008 da revista Atlantic Monthly em que levantava a questão controversa de que “o Google estaria nos deixando idiotas”e decidiu aprofundar sua pesquisa sobre como a rede afeta nosso cérebro.
Ler na internet
Seu livro examina a história da leitura e a ciência de como o uso de diferentes mídias afeta nossa mente. Explorando como a sociedade passou da tradição oral para a palavra escrita e depois para a internet, ele detalha como nosso cérebro se reprograma para se ajustar às novas fontes de informação. Ler na internet mudou fundamentalmente a forma como usamos nosso cérebro.


A quantidade de textos, fotos, vídeos, músicas e links para outras páginas combinada com incessantes interrupções na forma de mensagens de texto, e-mails, atualizações do Facebook, tweets, posts em blogs e feeds de RSS fez com que nossas mentes se acostumassem a catalogar, arquivar e pesquisar informações. Desta forma, desenvolvemos habilidades para tomar decisões rapidamente, especialmente visuais.
Por outro lado, cada vez lemos menos livros, ensaios e textos longos – que nos ajudariam a ter foco, concentração, introspecção e contemplação


Ele diz que estamos nos tornando mais bibliotecários – aptos a encontrar informações de forma rápida e escolher as melhores partes – do que acadêmicos que podem analisar e interpretar dados.


A ausência de foco obstrui nossa memória de longo prazo e nos torna mais distraídos. “Nós não nos envolvemos com as funções de interpretação de nossos cérebros”, diz. Ele ainda afirma que, por séculos, os livros protegeram nossos cérebros de distrações, ao fazer nossas mentes focalizarem um tema por vez.


Nova leitura, nova escrita

Mas com aparelhos como o Kindle e o iPad, que incorporam dispositivos digitais de leitura, tornando-se comuns, Carr prevê que os livros também mudarão. “Novas formas de leitura requerem novas formas de escrita”.


Se escritores suprem a necessidade crônica de uma sociedade distraída, eles inevitavelmente evitarão argumentos complexos que requerem atenção prolongada e escreverão de forma concisa e aos pedaços, Carr prevê.
Ele inclusive sugere um exercício para aqueles que sentem que a internet os tornou incapazes de se concentrarem: diminuam o ritmo, desliguem a web e pratiquem habilidades de contemplação, introspecção e reflexão.
“É bem claro pelo que já sabemos sobre a ciência do cérebro que, se você não exercita habilidades cognitivas específicas, você acaba as perdendo”, diz o escritor em seu livro. 


“Se você se distrai facilmente, não pensará da mesma forma que pensa se você presta atenção”.


Oco da cabeça
shallows




The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains (Os Vazios: O Que A Internet Está Fazendo Com Nossos Cérebros, em tradução livre) acaba de ser lançado nos EUA pela editora W.W.Norton e não tem previsão de lançamento no Brasil



sexta-feira, 20 de maio de 2011

RITA ELISA SEDA EM ARARAQUARA

No último dia 27 de maio de 2011 aconteceu a noite de autógrafo com a escritora Rita Elisa Sêda.
   

sábado, 14 de maio de 2011

RECOLHENDO RETALHOS - Inajá Martins de Almeida


Há corações que pulsam poesia, outros que escrevem poesia; alguns tão somente lêem poesia. 
Há os que sonham poesia, assim como os que vivem poesia. 
Porém, através da janela, a recolher retalhos encontrei, corações que são a própria poesia!

Porque:

O universo literário é sempre uma caixinha de surpresas, em que o leitor vai recolhendo retalhos e percebe que são poucos os que sentam para ouvir histórias. São poucos os que se dedicam a contar histórias. Por serem poucos, são raros e necessários, uma vez que sabem que livros jamais deixarão de ser escritos, não importa qual forma seja representado, enquanto houver ponto de vista a ser explorado e relatado.  


Inajá Martins de Almeida

quarta-feira, 11 de maio de 2011

SERÁ DIFÍCIL ENCONTRAR UMA BIBLIOTECA PÚBLICA DAQUI A 15 ANOS


"Bibliotecas não farão sentido no futuro”, disse Shatzkin no palco de uma biblioteca que foi fundada em 1828. Qualquer um com internet já consegue acessar muito mais livros do que os existentes numa biblioteca. Essa foi sua explicação. “Não existe a necessidade de um prédio.“ Haverá uma crescente necessidade de bibliotecários, no entanto; suas habilidades continuarão sendo necessárias, assim como a dos editores... bibliotecários serão necessários muito depois que os edifícios deixarem de ser importantes. Isso vai exigir todo um novo modelo de negócios que ainda não foi inventado. Considero isso como parte da infraestrutura que teremos daqui a uma década, mas que só pode existir em nossas imaginações no momento". leia na íntegra

sexta-feira, 29 de abril de 2011

MACHADO DE ASSIS NA UFSCAR


Exposição aborda a vida de Machado de Assis

PublishNews - 27/04/2011 - Redação
"Literando e Viajando com Machado de Assis" acontece até o dia 13 de maio na Biblioteca Comunitária da UFSCar
Até o dia 13 de maio, o saguão da Biblioteca Comunitária da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos – Rodovia Washington Luís – Km 235 – SP 310. São Carlos/SP) sedia a exposição "Literando e Viajando com Machado de Assis". A mostra aborda a vida e obras de Machado de Assis, com painéis que expõem trechos e adaptações literárias, além de uma análise cronológica da vida do escritor. Hoje, dia 27, às 19h, ocorrerá a exibição do filme "Brás Cubas", seguida de debate sobre o tema tratado no filme, conduzido pelo professor Wilton José Marques, do Departamento de Letras da UFSCar. A exposição pode ser conferida das 8h às 22h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 8h às 14h.


http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=63111

DOCUMENTÁRIOS


Amores Expressos vira série de documentários

PublishNews - 27/04/2011 - Redação
Projeto ganha retrato audiovisual e inaugura nova faixa da TV Cultura


Fotógrafo(a): Tadeu JungleLourenço Mutarelli, em Nova York, durante temporada para escrever seu livro do Amores Expressos
O projeto Amores Expressos, idealizado pelo produtor cultura Rodrigo Teixeira, e que já virou uma coleção de livros publicada pela Companhia das Letras, acaba de virar produto audiovisual. Os 16 documentários de 22 minutos sobre as cidades por onde passaram 16 escritores brasileiros de estilos e origens diferentes em busca de influências e inspirações para contar histórias de amor serão veiculados pela TV Cultura, em uma faixa dedicada exclusivamente para este tipo de produção. O programa Sessão Independente estreia nesta quinta-feira, dia 28, às 23h15, e será exibido semanalmente sempre às quintas-feiras.

Tadeu Jungle e Estela Renner, responsáveis pela direção, dividiram o roteiro de viagens para poder desdobrar o projeto: Tadeu foi a 10 dos destinos e Estela aos outros seis. No especial da TV Cultura, assinam juntos a apresentação. "Vamos introduzir o espectador no universo da série, dizendo como encontramos e sentimos o autor", explica Jungle. O episódio de estreia é a experiência de Antonio Prata em Xangai, na China. Bem humorado, traz as contradições de um país tangencialmente em ascensão.

A lista de escritores e destinos segue (não na ordem de exibição) com André de Leones, que viajou para São Paulo; Cecilia Gianetti, Berlim; Daniel Galera, Buenos Aires; João Paulo Cuenca, o curador, para Tóquio; Joca Reiners Terron, Cairo; Amílcar Bettega, Istambul; Luiz Ruffato, Lisboa; Chico Mattoso, Havana; Lourenço Mutarelli, Nova York; Adriana Lisboa, Paris; Sergio Sant'Anna, Praga; Bernardo Carvalho, São Petersburgo; Reinaldo Moraes, Cidade do México; Daniel Pellizzari, Dublin; e Antonia Pellegrino, Bombaim.

CONQUISTANDO LEITORES

Como conquistar novos leitores

PublishNews - 27/04/2011 - Redação


Casa da Letra e Revista Emília realizam seminário em 2011 sobre leitura infantil e juvenil
 


Durante todo o ano de 2011, a Cor da Letra - Centro de Estudos em Leitura, Literatura e Juventude e a Revista Emília, especializada em leitura e literatura juvenil organizam o seminário 



No Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros – São Paulo/SP. Tel. 11 3095-9400). 

A ideia é refletir sobre o papel e a importância da leitura e das ações que promovem a formação de leitores; o incentivo à atividade leitora, com ênfase na leitura literária; e o intercâmbio de experiências realizadas nesse âmbito na América Latina.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O QUE É O ARDUINO?

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O Arduino é uma das plataformas prediletas dos jovens pesquisadores da área de “Internet das Coisas”. A linguagem de programação é simples e estruturada, com incontáveis fóruns e bibliotecas abertas na rede. Basta uma breve busca dentro do Youtube com a palavra chave “Arduino” e você irá encontrar as mais diferentes engenhocas e cibertecnologias em ação.

terça-feira, 26 de abril de 2011

BIBLIOTECA DIGITAL JACAREI


Arquivo histórico de Jacareí ganha biblioteca digital

PublishNews - 25/04/2011 - Redação
Acervo estará disponível na internet a partir do dia 25 de abril
Jacareí é uma das cidades mais antigas do Estado de São Paulo. Para organizar melhor toda a sua história, a Prefeitura de Jacareí e a Fundação Cultural de Jacarehy José Maria de Abreu inauguram nesta segunda-feira, dia 25 de abril, uma biblioteca digital com fotos, jornais, revistas e documentos que revelam fatos de seus 359 anos de fundação. São mais de cinco mil páginas de 42 jornais impressos e 10 mil fotos, entre outros documentos, que compõem o acervo do Arquivo Público e Histórico da Cidade. O site também inclui estudos técnicos, livros raros, relatórios de comissões, vídeos e livros em áudio para baixar, material relacionado à Constituinte de 1988 e outros documentos de interesse institucional e ligado às atividades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Já os manuscritos serão interpretados e transcritos por especialistas para uma leitura acessível.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O QUE É O BLU-RAY?

Primeiro eram os disquetes que mudavam de formato, depois surgiram os CD´s e por último os DVD´s, qual será o futuro do armazenamento de dados? Após uma longa batalha contra o HD-DVD (DVD de alta definição), surge o vencedor que vai guardar seus dados dentro de pouco tempo: o Blu Ray...  leia mais

Um disco típico Blu-Ray

Blu-ray é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual aoCD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidadApe. Compete para se converter no padrão de discos ópticos sucessor doDVD. Seu rival é o HD-DVD. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor violeta de 405nanometros permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros). Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra uma longitude de onda curta de 405 nm e, conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. Blu-ray e HD-DVD dividem as mesmas dimensões e o aspecto externo... leia mais

Em 1998, comerciais da HDTV começaram a aparecer no mercado consumidor; no entanto, não havia então uma maneira barata para gravar ou reproduzir conteúdo em alta definição (high definition - HD). Na verdade, não havia qualquer meio de armazenagem de HD Codecs, com exceção da JVC Digital VHS e da Sony HDCAM. Não obstante, era bem conhecido que utilizando lasers com comprimento de onda mais curto permitiria um armazenamento ótico com maior densidade. Quando Shuji Nakamura inventou um diodo laser azul prático, foi uma sensação, apesar de que uma longa ação atrasou a introdução comercial do produto... leia mais


terça-feira, 19 de abril de 2011

O FIM DO LIVRO - não contem com ele

Ensaísta e escritor italiano Umberto Eco - semiólogo, ensaista e escritor italiano (78 anos) - fala em entrevista exclusiva de seu novo trabalho, 'Não Contem com o Fim do Livro'

A conclusão é óbvia: tal qual a roda, o livro é uma invenção consolidada, a ponto de as revoluções tecnológicas, anunciadas ou temidas, não terem como detê-lo.

O desaparecimento do livro é uma obsessão de jornalistas, que me perguntam isso há 15 anos. Mesmo eu tendo escrito um artigo sobre o tema, continua o questionamento. O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos. Afinal, ciência significa fazer novas experiências. Assim, quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler os antigos disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos? Conversei recentemente com o diretor da Biblioteca Nacional de Paris, que me disse ter escaneado praticamente todo o seu acervo, mas manteve o original em papel, como medida de segurança.

A diferença básica é que uma biblioteca é como a memória humana, cuja função não é apenas a de conservar, mas também a de filtrar - muito embora Jorge Luis Borges, em seu livro Ficções, tenha criado um personagem, Funes, cuja capacidade de memória era infinita. Já a internet é como esse personagem do escritor argentino, incapaz de selecionar o que interessa - é possível encontrar lá tanto a Bíblia como Mein Kampf, de Hitler. Esse é o problema básico da internet: depende da capacidade de quem a consulta. Sou capaz de distinguir os sites confiáveis de filosofia, mas não os de física. Imagine então um estudante fazendo uma pesquisa sobre a 2.ª Guerra Mundial: será ele capaz de escolher o site correto? É trágico, um problema para o futuro, pois não existe ainda uma ciência para resolver isso. Depende apenas da vivência pessoal. Esse será o problema crucial da educação nos próximos anos.

Não podemos prever até que ponto nosso cérebro terá capacidade para entender e absorver novas informações. Até porque uma evolução física também é necessária.

Conhecer o passado é importante para traçar o futuro.

Reorganizo minha biblioteca segundo meus critérios e somente eu, e não uma secretária, pode fazer isso...

Alguns trechos extraídos do artigo. Lei a reportagem na íntegra clique


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Entre os livros que discutem, justamente, o "fim do livro", o melhor, em português, até agora, tem sido Não contem com o fim do livro (Record, 2010), transcrevendo conversações entre Umberto Eco e Jean-Claude Carrière, que trabalhou com Luis Buñuel e Peter Brook. A presença do semiólogo e autor de O Nome da Rosa (1980) e O Pêndulo de Foucault (1988) se justifica, afinal, Eco tem sido um dos principais eruditos a discutir o fenômeno da internet desde o início. Já Carrière, embora homem de teatro e de cinema, tem uma bagagem literária invejável e, ao contrário do que poderia parecer, não defende a "civilização de imagens" preconizada por McLuhan. Fora que o título do volume, ainda que chame a atenção nas livrarias, não corresponde ao seu conteúdo com precisão. Contrariando, mais uma vez, as expectativas, não se trata de um libelo contra os novos "leitores eletrônicos", da Amazon e da Apple, nem mesmo de uma visão apocalíptica sobre a ascensão do Google, ou mesmo de um ataque à suposta "literatura" (ou ao suposto "jornalismo") praticado em blogsNão contem com o fim do livroà maneira de Borges, faz uma belíssima defesa da leitura, da cultura e da civilização, abordando o livro como objeto, mas também com conceito e como ferramenta humana, imperecível, na visão de Eco. Séculos ou até milênios de História desfilam nas conversas entre Carrière e o semiólogo, num nível que a própria discussão, avançadíssima, sobre os formatos eletrônicos para leitura, nos EUA, ainda não alcançou. É o velho continente – e, não, o novo – discutindo o que os suportes digitais significam para o Homem, no sentido mais amplo, e, não, para os jornalistas, escritores oupublishers. Talvez as elucubrações de Eco e Carrière não alterem em nada o curso da tecnologia, mas sua perspectiva é fundamental em termos humanísticos. Não contem com o fim do livro deve, portanto, ser lido tanto por quem ama os livros quanto por quem já se acostumou à ideia do desaparecimento do objeto físico "livro". 

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terça-feira, 12 de abril de 2011

PROFISSÃO BIBLIOTECÁRIO

...
A profissão de bibliotecário, que segundo o site é o profissional que selecciona e organiza materiais para tornar as informações acessíveis ao público, ficou no 29º lugar, com uma renda anual que equivale a R$ 7.560,00... leia a matéria na íntegra


http://hamiltont.blogspot.com/2011/04/bibliotecario-esta-entre-as-30-melhores.html

É BOM SABER

Bibliotecas


O Globo - 09/04/2011 - Por Miguel Conde

O encontro de bibliotecas talvez seja a imagem que sintetiza de fato com propriedade o matrimônio de quem, afinal, passa a vida em meio aos livros. É mesmo como um símbolo da convivência entre seus avós, o historiador Octavio Tarquínio de Sousa e a crítica literária Lucia Miguel Pereira, que o engenheiro e artista plástico Gabriel Fonseca fala dos 8.300 livros aboletados há décadas nas estantes de um apartamento da família em Laranjeiras. A importância do acervo, porém, ultrapassa em muito a recordação familiar. Depois que os dois morreram num acidente de avião, em 1959, Gabriel tomou para si a tarefa de evitar que a biblioteca, como acontece com tantas, se dispersasse. Recusou ofertas de sebos, colecionadores e universidades estrangeiras, contratou ajudantes para fazer um inventário, e agora resolveu enfim doar a valiosa coleção à Procuradoria Geral do Estado, onde ela será aberta à consulta pública.

O livro de papel já morreu? 
Folha de S. Paulo - 10/04/2011 - Por Gilberto Dimenstein
Usando as novas ferramentas de comunicação, um grupo de professores da África do Sul está inovando o jeito como se produzem livros didáticos e acabaram se transformando numa experiência acompanhada por diversos centros de tecnologia do mundo. Espalhados em diversas partes do país, eles escrevem coletivamente, numa página da internet, livros sobre todas as matérias ensinadas nas escolas. Mas cada professor adapta o conteúdo para sua realidade local, a começar do seu bairro. Um mesmo livro, portanto, pode ter centenas de diferentes versões. Como nem todas as escolas têm acesso à internet (onde os conteúdos estão disponíveis gratuitamente), encontraram uma saída. Sem cobrar direitos autorais, eles organizam o material e entregam textos para editoras tradicionais. O livro chega às escolas com um preço mais barato.

http://www.pubon.net/blog/?p=55

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